[Ciclo APEB-FR] “Nous sommes toutes Marielle Franco!”: intellectuelles noires au Brésil et le maintien de la vie

[Ciclo APEB-FR] “Nous sommes toutes Marielle Franco!”: intellectuelles noires au Brésil et le maintien de la vie Luana Antunes. Professeur à l’Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB)   Date : 27/03/2018  Horaire : 19h Lieu : MIE – Maison des Initiatives Étudiantes, Salle des Ailes 50 Rue des Tournelles, Paris, 75003 Paris (métro : Chemin Vert ou Bastille)   Combien vaut la vie des intellectuels noirs au Brésil? Combien vaut la vie des femmes noires dans le monde? La récente exécution de la sociologue et conseillère municipale, Marielle Franco, au centre-ville de Rio de Janeiro, nous amène à un débat sur le rôle des intellectuelles noires au Brésil et dans outres territoires, en observant leurs trajectoires de vie, leurs engajement politique contre le racisme, le machisme, l’assassinat de la population noire brésilienne et d’autres attaques sur la vie. Nous appuierons notre analyse sur le discours critique et les œuvres de Lélia Gonzales, Beatriz Nascimento, Sueli Carneiro, Jurema Werneck, Conceição Evaristo, Djamila Ribeiro, Cidinha da Silva, Kiusam de Oliveira e Marielle Franco. Quanto vale a vida das intelectuais negras no Brasil? Quanto vale a vida de mulheres negras no mundo? A recente execução da socióloga e vereadora Marielle Franco, no centro do Rio de Janeiro, nos conduz a um debate sobre o papel das intelectuais negras no Brasil e em outros territórios, observando suas trajetórias de vida, suas lutas contra o racismo, o machismo, o assassinato das população negra brasileira e outros atentados à vida. Para essa análise, nos… – Leia Mais / En savoir plus –

Jornada de estudos “Educação, Contemporaneidade e Psicanálise: diálogos (im)possíveis entre saberes e territórios”

Jornada de estudos “Educação, Contemporaneidade e Psicanálise: diálogos (im)possíveis entre saberes e territórios”   Esta Jornada de Estudos tem por principal objetivo promover espaços de diálogo e reflexão acerca das possíveis interlocuções entre Educação, Contemporaneidade e Psicanálise. Destarte, algumas questões emergem de maneira imperativa e inquietante: Como pensar a relação professor-aluno a partir das interfaces comunicacionais na contemporaneidade? E como essa relação mediada pelos dispositivos tecnológicos e suas conexões tensionam a prática docente? Ao pensar a escola e o processo de inclusão, nos contextos brasileiro e francês, quais são os espaços e as possibilidades para um sujeito autista? É possível pensarmos em avanços constitutivos a partir da articulação entre o educar e o tratar? E nesse sentido, como está situada a questão da singularidade no processo de inclusão escolar? O que a psicanálise pode ofertar nesse campo? Como a psicanálise pode contribuir para as discussões em torno das questões que envolvem as dificuldades de leitura e escrita? Quais são as questões sociais, políticas e culturais imbricadas nesses processos? Diante dessas questões, a intenção é pensar nos diálogos (im)possíveis entre os múltiplos saberes educacionais, psicanalíticos, políticos, linguísticos, sociais, filosóficos, comunicacionais e os diversos territórios como por exemplo escola, universidade, internet, cidades, todos eles pensados para além do seu sentido geográfico. O (im)possível nos diálogos entre tais saberes e territórios nos remete aos encontros e desencontros inerentes a todo e qualquer diálogo, considerando que, na dimensão do simbólico, sempre fica algo que não cessa de não se escrever. Dia 28 de fevereiro… – Leia Mais / En savoir plus –

Jornada de estudos “Educação, Contemporaneidade e Psicanálise: diálogos (im)possíveis entre saberes e territórios”

Jornada de estudos “Educação, Contemporaneidade e Psicanálise: diálogos (im)possíveis entre saberes e territórios” * Chamada para trabalhos até 20 de fevereiro de 2018*   Esta Jornada de Estudos tem por principal objetivo promover espaços de diálogo e reflexão acerca das possíveis interlocuções entre Educação, Contemporaneidade e Psicanálise. Destarte, algumas questões emergem de maneira imperativa e inquietante: Como pensar a relação professor-aluno a partir das interfaces comunicacionais na contemporaneidade? E como essa relação mediada pelos dispositivos tecnológicos e suas conexões tensionam a prática docente? Ao pensar a escola e o processo de inclusão, nos contextos brasileiro e francês, quais são os espaços e as possibilidades para um sujeito autista? É possível pensarmos em avanços constitutivos a partir da articulação entre o educar e o tratar? E nesse sentido, como está situada a questão da singularidade no processo de inclusão escolar? O que a psicanálise pode ofertar nesse campo? Como a psicanálise pode contribuir para as discussões em torno das questões que envolvem as dificuldades de leitura e escrita? Quais são as questões sociais, políticas e culturais imbricadas nesses processos? Diante dessas questões, a intenção é pensar nos diálogos (im)possíveis entre os múltiplos saberes educacionais, psicanalíticos, políticos, linguísticos, sociais, filosóficos, comunicacionais e os diversos territórios como por exemplo escola, universidade, internet, cidades, todos eles pensados para além do seu sentido geográfico. O (im)possível nos diálogos entre tais saberes e territórios nos remete aos encontros e desencontros inerentes a todo e qualquer diálogo, considerando que, na dimensão do simbólico, sempre fica algo que não… – Leia Mais / En savoir plus –